Revista da Tribuna - todo mês encartada no jornal de maior circulação na cidade - Tribuna de Indaiá
Varandas do Parque

www.revistadatribuna.com.br

Capa
Corpo
Crônica do Penna
Decoração
Educação
Elegantes
Gastronomia
Moda
Saúde
Social
Superinteressante
Turismo
Decoração
Luz & Sombra
Iluminação correta proporciona charme e economia

Nem sempre lembramos de escolher com muito cuidado a iluminação que vamos colocar na casa, no escritório ou no comércio. Pensamos em acabamentos, cor das paredes e até alguma extravagância, mas esquecemos o mais fundamental: a luz correta. Os decoradores profissionais, bem como os paisagistas, porém, sabem que a iluminação é um dos fatores que mais contribuem para transformar ambientes, torná-los aconchegantes, práticos ou até sensuais.
Num quarto de dormir é importante que o lustre ou a iluminação do teto forneça luz suficiente para que se possa usar num espelho, por exemplo. Também é fundamental que a iluminação complementar seja feita através de abajures colocados estrategicamente nas mesinhas de cabeceiras. No dormitório do casal, permite que cada um leia na cama sem atrapalhar o sono do outro. “É importante lembrar que as luminárias devem se harmonizar com o ambiente”, ressalta Francisco Nogueira, 40, sócio da Carol Lustres, loja com uma infinidade de sugestões em iluminação e ventiladores.
Já na sala de estar a criatividade é sem limites, podendo ser um lustre de cristal, que proporciona requinte ao ambiente, ou ainda luminárias de ferro ou fibras, dando um ar rústico ao local. “Também fica muito bom um abajur de pé junto a uma poltrona, facilitando a leitura”, acrescenta Nogueira. Nas áreas externas, tudo pode ser bem estratégico. Postes e postinhos são bastante usados, bem como luminárias escondidas em moitas de plantas, esquema frequentemente adotado por paisagistas para realçar o jardim ou varanda.
A chamada iluminação fria, com lâmpadas fluorescentes, é ótima opção para a cozinha ou copa, e escritórios em geral, já que fornece luz forte quase sem sombras. “Em lojas ou escritórios são ideais”, esclarece Francisco. Vale lembrar que essas lâmpadas são bem mais econômicas e duram mais tempo.
Depois do famoso apagão, todo mundo passou a se preocupar mais com a eletricidade desperdiçada e um dos fatores que chamou a atenção foi a economia das lâmpadas fluorescentes compactas, que substituem com vantagens as incandescentes, tendo, inclusive, a opção de iluminação no mesmo tom das comuns. A grande demanda por essas lâmpadas econômicas fez com que se produzisse iluminação parecida com as usadas até então, com tons naturais ou no branco comum. Por isso, qualquer que seja sua escolha, leve em conta a harmonia do ambiente, economia e praticidade.

CAROL LUSTRES
Lustres - Ventiladores - Lâmpadas Nacionais e Importadas
Espelhos de Luz - Spots - Arandelas
Plafons - Postes - Materiais Elétricos em Geral
Rua Tuiuti, 490 - Centro - Fone/Fax 3875-7543 - 3885-3658


Um toque de classe no imóvel
União perfeita: escritório de paisagismo,
garden center e café sofisticado
O Pé de Café Garden & Café é uma daqueles locais em que a gente se sente bem. Bom gosto interno, com mesas rústicas tendo como base ‘bolachas’ de árvores e plantas por todos os lados. É que o marido da Ednéia, proprietária do café, é o engenheiro agrônomo e paisagista Leonardo Bergallo Snizek, que assina projetos importantes e executou mais de seiscentos jardins em Indaiatuba e região.
‘‘Trabalhei por dez anos numa empresa em Indaiatuba e conheço bem, sei quais plantas se adaptam ao clima desta região’’, explica, acrescentando que quando deixou a empresa decidiu investir com a esposa num projeto que acalentou por algum tempo: um café diferente, ao lado do escritório de paisagismo, com venda de plantas, substrato para plantio, vasos decorativos e principalmente idéias originais.

Harmonia
É tudo muito chique, comprovou a reportagem da Revista da Tribuna. O bom gosto está em todos os locais. ‘‘Isso é importante num projeto paisagístico: criar harmonia estética no imóvel, seja em grandes empreendimentos, como condomínio residenciais, bem como a entrada de uma clínica ou estabelecimento comercial, além de residências de todos os padrões’’, ressalta Leonardo. Ele explica que ao fazer um projeto paisagístico, e sua execução é preciso levar em conta vários fatores, entre eles, o principal: o sonho do cliente. ‘‘Tem gente que quer um jardim no estilo europeu, ou japonês ou ainda semi-árido, com cactos e suculentas, ou mesmo um tropical’’, detalha. Com isso em mente o paisagista trabalha com o todo, definindo volumes, cores e texturas, funções e adequando a vegetação ao ambiente e à arquitetura da residência.


Valorização
Um projeto paisagístico não é caro, principalmente porque agrega valor ao imóvel. ‘‘O que pode acabar elevando o preço de um jardim é o porte das plantas utilizadas e suas espécies. Se forem mudas pequenas, o valor cai; árvores ou arbustos já formados fazem o preço subir’’, avisa o profissional. Ele conta que já transplantou várias árvores adultas em diversos locais; uma palmeira de grande porte, por exemplo, exige uma certa técnica para o seu transplante, e é preciso saber a melhor época do ano para a planta se adaptar no seu novo habitat e na maioria das vezes usa-se um guindaste para o plantio.
Entre os clientes de Leonardo, estão escolas, buffets, motéis, lojas, haras, chácaras, entre outros. Parte do seu bom gosto pode ser conferido no Pé de Café Garden & Café e uma pequena amostra dos seus jardins nesta reportagem.


Shock ilumina II IndaiatubaDecor
Empresa é referência em projetos
de eletricidade e manutenções
Um novo desafio aguarda a Shock Materiais Elétricos na virada do ano. É que coube à empresa fazer novamente o projeto elétrico, implantação e manutenção da II IndaiatubaDecor. O desafio é saber o que passa na cabeça criativa dos arquitetos, decoradores e paisagistas. Tudo para garantir a segurança.
“No primeiro evento os ambientes ficaram praticamente concentrados na área interna; já na segunda edição, serão muitos ambientes externos”, informa José Carlos Amaral, 31, da Shock Materiais Elétricos, empresa que atua no mercado municipal e estadual há 5 anos. Com isso, os projetos de eletricidade serão dimensionados de acordo com as demandas externas e internas. “Temos que saber, por exemplo, se um profissional pretende usar ( quantos) aparelhos elétricos em seu ambiente. Como a área externa também terá muitos espaços diferentes, temos que calcular tudo e estipular o gasto energético e sempre deixar boa margem de segurança”, explica.
Sem riscos
A Shock atua em Indaiatuba, São Paulo, Sorocaba e Itu, entre outras cidades. Segundo José Carlos, atualmente os projetos industriais, comerciais ou residenciais levam em conta vários fatores inexistentes há alguns anos. “Num prédio ou condomínio residencial, por exemplo, precisamos avaliar que o número de televisores aumentou na última década, há também fornos de microondas, secadoras de roupas ou freezers.”
O cálculo leva em conta todos os hipotéticos aparelhos ligados ao mesmo tempo em todos os apartamentos. “Por isso deixamos margem de segurança ampla, para evitar surpresas desagradáveis”, revela o profissional.
A Shock Materiais Elétricos fez recentemente o projeto e instalação de toda a fiação de um prédio residencial na capital de São Paulo que, por ser antigo, estava com fiação inadequada. Esses cuidados devem ser levados em conta por todos os síndicos e empreiteras.
220 ou 110?
Indaiatuba, assim como cidades da Baixada Santista, recebem energia elétrica através do sistema que utiliza a voltagem 220, em vez da 110 usadas em capitais e outros municípios. Esse fato ocasiona muitos transtornos – aparelhos queimados - aos que vêm morar em Indaiatuba, vindos de locais que utilizam 110v. “A toda hora vem gente na loja se lamentando de ter esquecido de ligar o aparelho num transformador”, conta Amaral. Ele ainda revela que a escolha pelo uso da voltagem 220 é mais econômica para todos – consumidores e distribuidoras de energia. Um chuveiro elétrico num local com 110v precisaria ser ligado em fio mais grosso.
Outro serviço prestado pela Shock é em relação à economia da energia, tanto residencial, como comercial e industrial. “É comum haver fuga de energia, o que acarreta conta mais elevada. Numa fiação subterrânea antiga, por exemplo, os fios passavam através de canos de ferro enterrados no chão. O desgaste natural do material pode deixar o fio encostando no cano, gerando, inclusive, perigos de choques.” É o caso também de “gambiarras” que podem se tornar fatais. Pela sua responsabilidade técnica é que a Shock Materiais Elétricos se tornou a responsável pelas duas IndaiatubaDecor.


© 2004 Revista da Tribuna - Tribuna de Indaiá - Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização.
   
Varandas do Parque
Óptica Ipanema
Micro Way
Espaço Feminino
Skorpio´s Boutique
 
 
Expediente
Redação
Anuncie
Opinião