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Dança do Ventre
Misteriosa e sensual
Os mistérios do Oriente Médio estão contidos não só na conhecida dança do ventre, mas também nas danças folclóricas- e muitos professores brasileiros não conhecem as diferenças entre uma e outra. “Entender a música e as tradições é importante: permite que as informações sejam transmitidas através da dança”, revela Claudia Seth, 27, conceituada professora, sempre se reciclando com grandes mestres mundiais. “Quando fui estudar dança do ventre com Lulu Sabongi (uma das mais importantes bailarinas de dança do ventre do Brasil) vi que tinha aprendido ‘vícios’ de postura com outros professores. Um dos erros mais cometidos é dançar com as pernas abertas. Isso pode gerar interpretações erradas da dança, cuja finalidade é a sensualidade e não o erotismo’’, enfatiza Claudia.

Benefícios
Depois da novela “O Clone” muitos professores (as) despreparados passaram a dar aula de dança do ventre, fazendo com que os ‘vícios’de postura fossem passados a diante. Claudia corrige esses erros e amplia o repertório, ensinando a dança do ventre e danças folclóricas, como Khalige ( do Golfo Pérsico), Saiide ( originário da cidade de Luxor) dança com o jarro, etc...
‘‘Essas aulas muitas vezes são administradas em outros locais apenas como mais uma coreografia de dança do ventre e não como um estilo de dança”, revela a professora.
Além de ótima alternativa de malhação, torneando pernas, secando barriga e afinando cintura, a dança proporciona equilíbrio emocional, harmonia de movimentos e socialização. “Tenho alunas de todas as idades e perfis, as aulas são divertidas, satisfazendo tanto aquelas que procuram a dança como uma forma de diversão, como aquelas que querem conhecer a fundo a técnica e a arte da dança do ventre”, esclarece. Ela explica o por quê de cada movimento e os adereços mais usados, como o véu, bastão, pandeiro, snujs (castanholas árabes) e até espadas, (isso sem falar nas cobras que ela prefere não usar).
Cada dança folclórica exige traje especial. “Aqui em Indaiatuba só encontrei fantasias, e não roupas feitas especialmente para danças orientais”, lamenta Claudia.
Que tal dar uma incrementada na vida, aprendendo uma dança misteriosa e sensual? Uma boa oportunidade é a aula gratuita que Claudia Seth agenda com as interessadas.
Ela, que já dançou no Memorial da América Latina e faz shows regularmente no Estado, pode ser encontrada na Rua 11 de Junho, 460 – Sala 1 – telefone 3834-2851 ou celular 9798-3806.


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