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Inclusão
Todas as crianças são bem-vindas à escola
A
inclusão é uma inovação, cujo sentido tem
sido muito distorcido e um movimento bastante polemizado pelos mais
diferentes segmentos educacionais e sociais. No entanto, inserir alunos
com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários,
no ensino regular nada mais é do que garantir o direito de todos
à educação – assim diz a Constituição!
O sucesso da inclusão de alunos com necessidades especiais na
escola regular decorre, portanto, das possibilidades de se conseguir
progressos significativos desses alunos na escolaridade, por meio da
adequação das práticas pedagógicas à
diversidade dos aprendizes. E só se consegue atingir esse sucesso
quando a escola regular assume que as dificuldades de alguns alunos
não são apenas deles, mas resultam em grande parte do
modo como o ensino é ministrado, e a aprendizagem é concebida
e avaliada. A convivência e a cooperação mútua
proporcionam para as crianças com necessidades especiais uma
oportunidade ímpar de conviver em ambiente rico em estímulos
permitindo-lhes uma vida social saudável e, para o não
especial, um desenvolvimento humano, uma capacidade muito maior de lidar
com as dificuldades do dia-a-dia e uma sensação de poder
ser útil a alguém.
“A
Escola Cata-Vento não dispõe de profissionais especializados
em Educação Especial, porém integram a equipe,
profissionais dedicados, interessados, que através de pesquisas,
trocas de experiências com colegas de profissão, apoio
de especialistas, amor e carinho, estão construindo uma prática
docente e descobrindo caminhos de comunicação com essas
crianças.
Pois, se a Inclusão tiver que esperar por profissionais especializados
em sala de aula, nossas crianças continuarão fora da escola
por muito tempo. Portanto, precisamos continuar desenhando nossos caminhos
na prática. A escola que acreditar no Projeto Inclusão
e der condições para que o professor trabalhe a idéia,
com certeza obterá bons resultados e terá uma participação
decisiva no futuro das crianças com necessidades especiais”,
conclui Léia Perini educadora da escola Cata-Vento.
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