Revista da Tribuna - todo mês encartada no jornal de maior circulação na cidade - Tribuna de Indaiá

www.revistadatribuna.com.br

Capa
Corpo
Crônica do Penna
Decoração
Educação
Elegantes do Mês
Gastronomia
Moda
Saúde
Social
Superinteressante
Turismo
Colunismo Social

Fogueira das vaidades

Coluna social é uma das seções mais lidas

Beggo: colunista
social por 15 anos

Os tempos mudam, mas os hábitos continuam os mesmos. Até hoje, as colunas sociais dos jornais e revistas são muito procuradas, embora o enfoque tenha deixado de ser apenas as festas ou eventos do high-society. Avançadas, elas abordam também os bastidores da vida política. Nas cidades do interior o destaque vai para as fotos. É que as pessoas gostam de ser vistas na mídia. “Quando vamos num evento as pessoas vêm a máquina fotográfica e ficam esperando ser fotografadas. Tem gente que chega a implorar por uma foto e alguns já ofereceram dinheiro”, revela uma antiga colunista, que hoje atua em outra editoria jornalística.
A Tribuna de Indaiá foi pioneira nessa seção, com a coluna “Aydil, Gente e Koisas, assinada por Aydil Bonachela que, literalmente agitou a cidade. “Foram dez anos de coluna e, na minha época, não havia tantas fotos (porque fazer clichê era muito caro), por isso, eu tinha que descrever pormenores de cada festa ou casamento. Posso resumir da seguinte maneira: antigamente lia-se jornal, hoje, vê-se”, explica. Ela revela que a fogueira das vaidades sempre foi ativa. “Havia anualmente a escolha das 10 Mais Elegantes e uma senhora não foi incluída na lista. Ao encontrar uma das elegantes, ela acabou fazendo um barraco público. Foi muito chato”.
Entre os colabores de Aydil na coluna estavam Marisa Marezzi, Dimas e Beggo, que a sucedeu com a seção “Beggo sempre Beggo”, que ficou na Tribuna por 15 anos, até 1994. “Minha coluna era ‘afiada’ e os recados eram passados para quem a carapuça servisse”, apimenta Beggo, concluindo: “Era um fuá!”.

‘Jabá’ Também marcaram época na Tribuna os colunistas Marília Peixoto, José Luiz Scachetti e Cínthia Casarin. “Fiquei na Tribuna até 2004, quando resolvi enfrentar outros desafios’’.
É idéia geral de que colunista social come, bebe, se veste ou cuida do visual de graça. Tudo presente de quem quer divulgação em troca de um agrado. “Existe o jabá, sim, e o colunista tem que ter discernimento em aceitar um presente. Não pode deixar que isso interfira nas matérias que faz”, revela Fábio Alexandre, atual colunista da Tribuna.

 
© 2005 - Revista da Tribuna - Tribuna de Indaiá - Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização.
   
Varandas do Parque
Micro Way
 
 
Expediente
Redação
Anuncie
Opinião