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Juventude transviada
Atualmente,
o que impera, é a balada;regada com muita música, álcool,
e beijos. As famosas domingueiras dos anos 50 – que começavam
às duas da tarde e terminam às 18 horas – ficaram
para trás. Hoje, 14 horas é o horário que a galera
acorda depois de uma boa noitada. Mas se engana quem pensa que os
adolescentes dessa época foram conservadores. A década
de 50 foi a manjedoura de tudo o que viria a pipocar na década
de 60: os beatniks, os hippies, e até revolucionários
socialistas. Conhecidos como “juventude transviada”, esses
jovens vivenciaram os pós-guerra, cuja reivindicação
maior era a liberdade de expressão. O que os unia, além
do rock, da calça jeans, das camisetas, de blusões de
couro e motocicletas, e de ídolos como Marlon Brando e James
Dean, era a rebeldia. Muito difícil de acreditar que nossos
avós talvez tenham sido rebeldes, não? Beatniks Desfiavam 'o estado das coisas' muito antes dos hippies, punks, yuppies, rebeldes sem causa e outros bichos cabeludos. Surgiu para dar nome a um grupo de jovens intelectuais americanos que, cansados da monotonia da vida ordenada e da idolatria à vida suburbana na América do pós-guerra, resolveram, regados a jazz, drogas, sexo livre e pé-na-estrada, fazer sua própria revolução cultural através da literatura.
Movimento Hippie Nasceu e teve o seu maior desenvolvimento nos EUA. Foi um movimento de uma juventude rica e escolarizada que recusava a injustiças e desigualdades da sociedade americana, nomeadamente a segregação racial. Criticava o poder econômico-militar e defendia os valores da natureza. Usando sempre roupas coloridas, túnicas, sandálias, cabelos compridos, pregavam paz e amor. |
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