Arrume
o corpo
para o verão
As
intervenções – cirúrgicas ou não
– devem ser feitas agora, no inverno, para que o resultado
fique perfeito já na primavera. Uma das armas menos invasivas
a que os cirurgiões plásticos estão recorrendo
é a carboxiterapia, técnica que usa o gás carbônico
(CO2). O procedimento – que só pode ser aplicado por
médicos – está na ordem do dia para casos de
celulite, flacidez e gordura localizada, olheiras e até as
antiestéticas papadas em ambos os sexos.
Segundo especialistas, uma das grandes vantagens da carboxiterapia
é a segurança. É um procedimento simples, com
poucos riscos e efeitos colaterais. O tratamento consiste na injeção
de gás carbônico (C02) de uso medicinal através
de agulhas muito finas nas regiões onde há mais acúmulo
de gordura. Segundo o cirurgião plástico Ernesto Garzon
Novoa quando o gás entra no tecido gorduroso produz uma melhor
irrigação sanguínea no local.
A equação é simples. “Quando injetamos
gás carbônico, o organismo entende que é preciso
produzir oxigênio para fazer a troca química e aumenta
o fluxo de sangue no local”, explica.
Como a carboxiterapia também estimula a formação
de colágeno e novas fibras elásticas, ela é
usada com sucesso no tratamento de estrias, olheiras, rejuvenescimento
facial e corporal. O tratamento tem indicações inclusive
em áreas não-estéticas como nos problemas vasculares
que acometem os diabéticos, no tratamento de escaras de decúbito
e melhora da psoríase, entre outros.
A técnica é rápida com pouca dor. Na maioria
dos casos, os pacientes relatam uma leve ardência no local,
seguida de uma sensação de peso. Se a aplicação
for superficial pode doer um pouco mais; quando há maior
gordura e a aplicação é mais profunda, o desconforto
é menor.
Resultado para a flacidez são obtidos a partir da quinta
sessão e para celulite a partir da 14ª sessão.

Dr.
Ernesto Garzon Novoa
Cirurgião Plástico
Membro da SBCP
MEDICAL
CENTER
Rua Humaitá, 594
F. 3875-6384