Um
desafio para a Shock
Materiais Elétricos
A
loja fica na Avenida
Presidente
Kennedy, 1110
Cidade Nova
Fone/Fax
3825-2986
3825-1114
“É
saber o que passa na cabeça criativa dos arquitetos, decoradores
e paisagistas. Tudo para garantir a segurança”, informa
José Carlos Amaral, 31, da Shock Materiais Elétricos,
empresa que atua no mercado municipal e estadual há 6 anos.
Com isso, os projetos de eletricidade são dimensionados de
acordo com as demandas externas e internas. “Temos que saber,
por exemplo, se um profissional pretende usar (quantos) aparelhos
elétricos em seu ambiente. Como a área externa também
terá muitos espaços diferentes, temos que calcular
tudo e estipular o gasto energético e sempre deixar boa margem
de segurança”, explica.
Sem
riscos
A Shock atua em Indaiatuba, São Paulo, Sorocaba e Itu, entre
outras cidades. Segundo José Carlos, atualmente os projetos
industriais, comerciais ou residenciais levam em conta vários
fatores inexistentes há alguns anos. “Num prédio
ou condomínio residencial, por exemplo, precisamos avaliar
que o número de televisores aumentou na última década,
há também fornos de microondas, secadoras de roupas
ou freezers.”
O cálculo leva em conta todos os hipotéticos aparelhos
ligados ao mesmo tempo em todos os apartamentos. “Por isso
deixamos margem de segurança ampla, para evitar surpresas
desagradáveis”, revela o profissional.
A Shock Materiais Elétricos, que fez o projeto e instalação
de toda a fiação de um prédio residencial na
capital de São Paulo e, por ser antigo, estava com fiação
inadequada. Esses cuidados devem ser levados em conta por todos
os síndicos e empreiteras.
220
ou 110?
Indaiatuba, assim como cidades da Baixada Santista, recebem energia
elétrica através do sistema que utiliza a voltagem
220, em vez da 110 usadas em capitais e outros municípios.
Esse fato ocasiona muitos transtornos – aparelhos queimados
- aos que vêm morar em Indaiatuba, vindos de locais que utilizam
110v. “A toda hora vem gente na loja se lamentando de ter
esquecido de ligar o aparelho num transformador”, conta Amaral.
Ele ainda revela que a escolha pelo uso da voltagem 220 é
mais econômica para todos – consumidores e distribuidoras
de energia. Um chuveiro elétrico num local com 110v precisaria
ser ligado em fio mais grosso.
Outro serviço prestado pela Shock é em relação
à economia da energia, tanto residencial, como comercial
e industrial. “É comum haver fuga de energia, o que
acarreta conta mais elevada. Numa fiação subterrânea
antiga, por exemplo, os fios passavam através de canos de
ferro enterrados no chão. O desgaste natural do material
pode deixar o fio encostando no cano, gerando, inclusive, perigos
de choques.” É o caso também de “gambiarras”
que podem se tornar fatais.