www.revistadatribuna.com.br

| Moda |
|
Bolsas
- história
Séculos XVIII e XIX
Com o apogeu da Revolução Industrial, as mulheres começam a ganhar independência e a sair mais às ruas. Surgiram assim as bolsinhas amarradas às cinturas, muitas vezes confeccionadas com o mesmo tecido da saia ou veste. Eram chamadas “Châtelaines”. Século XX Desde o início do século, a bolsa já era tratada como um acessório obrigatório, tendo já se transformado em um importante bem de consumo. Traz formas e materiais variados e sofistica-se o seu processo de confecção. O design se aprimora e cria-se compartimentos para moedas, cartões de visita, canetas, perfumes, etc.
Em 1929, Coco Chanel faz uma bolsa para se usar a tiracolo. O período é de revoluções nas convenções sociais, na moda e no design. A mulher se torna mais ativa, vai ao trabalho de bicicleta e, inspirado na profissão de “carteiro”, Louis Vitton cria esse modelo de bolsa. Cada vez mais as mulheres têm a necessidade de carregar mais objetos consigo mesmas e de uma maneira mais prática e confortável. Novamente em 1932, Louis Vitton cria a bolsa “Noé”, a pedido de um produtor de champagne que pretendia carregar cinco garrafas na mesma bolsa. No anos 50, 60 e 70, os materiais alternativos passam da rigidez para a liberdade.
Anos 2000, a moda sintetiza-se em “be yourself”, refletindo a personalidade de quem usa esse acessório. O importante é ter a bolsa certa, no lugar certo e saber como carregá-la. A bolsa traz grafismos, o símbolo de identificação entre as tribos.
|
© 2005 - Revista da Tribuna - Tribuna de Indaiá Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização. |
||
![]() |